A visita assinala a memória de D. José I a partir das viaturas e contextos cerimoniais que atravessaram o seu reinado.
O percurso cruza história política, aparato régio e cultura visual, observando como os coches comunicavam estatuto, diplomacia e autoridade pública na Lisboa setecentista.
A leitura das peças é acompanhada por referências ao terramoto de 1755, à reorganização da corte e à forma como a coleção conserva sinais materiais desse período.